A diferença entre uma e outra mora numa linha do contrato de empreitada: obra com fornecimento de material tributa IRPJ sobre base de 8%, e contrato mal redigido joga a mesma obra em 32%. São cerca de R$ 78 mil de diferença a cada R$ 1 milhão faturado, decididos num papel que a contabilidade genérica nunca leu.
É o mesmo diagnóstico que a DCS cobra R$ 1.000 pra fazer em empresa de outros setores, aplicado de graça ao seu caso. Você sai da conversa sabendo exatamente quanto paga hoje, quanto deveria pagar e qual o caminho pra chegar lá, com número em real, não com promessa.
Sua operação simulada em Presumido com presunção de 8% e de 32%, Simples e, se houver incorporação, RET de 4%, lado a lado.
Contratos e notas revisados, situação de CNO e CND das obras, retenções de 11% acumuladas e a conta da desoneração refeita pra 2026.
Se fizer sentido trocar, a DCS conduz tudo: inclusive a conversa técnica e a papelada com a contabilidade atual. Você não para de emitir nota um dia sequer.
O setor carrega de 25% a 40% do faturamento em tributos, e planejamento bem feito corta de 15% a 40% do que se paga. O dinheiro vaza em quatro pontos que a contabilidade genérica trata como se obra fosse comércio.
Empreitada com fornecimento de todos os materiais tributa IRPJ e CSLL sobre presunção de 8% e 12%; sem isso, 32%. A cada R$ 1 milhão faturado são cerca de R$ 78 mil de diferença, definidos pela redação do contrato e da nota antes de qualquer guia existir.
Sem contabilidade que espelhe a obra mês a mês, a Receita arbitra o INSS por aferição indireta, e a tabela erra contra você: numa obra de 501 m² são R$ 93,5 mil contra R$ 35,6 mil do cálculo correto. Escrituração impecável fecha obra com aferição zerada; quem ignora responde a multa de até 225%.
Obra sem CNO inscrito e sem aferição no fim não emite certidão, e sem CND não há averbação em cartório nem venda financiada. O comprador aprova o crédito, o cartório trava tudo, e a regularização às pressas custa dezenas de milhares a mais do que custaria durante a obra.
Cessão de mão de obra retém 11% de cada nota na fonte, muitas vezes sobre base cheia, com material que deveria ficar de fora. Esse valor compensa com a folha ou volta via restituição, e a maioria das empreiteiras acumula crédito parado na Receita há anos sem saber.
Empreitada, nota e presunção alinhadas pra tributar sobre 8%, com lastro pra fiscalização.
Afetação registrada travando 4% até 2028, e SPE escolhendo o regime de cada empreendimento.
CNO, SERO e aferição conduzidos desde o alvará, com os 11% retidos compensados ou recuperados.
Três mudanças com prazo estão correndo agora. Quem estrutura em 2026 escolhe as regras com que joga até 2033; quem esperar vai apagar incêndio.
Incorporação com patrimônio de afetação registrado até 2028 trava o RET de 4% mesmo depois da reforma. No Presumido a mesma operação paga até 6,73% federal; num VGV de R$ 50 milhões a diferença passa de R$ 1,2 milhão.
Em 2026 o regime é híbrido: CPRB de 2,7% mais 10% de CPP sobre a folha, com fim definitivo em 2028. Desonerar ou não mudou de resposta três anos seguidos, e quem não refaz a conta obra a obra paga o regime errado por 12 meses.
A CBS entra plena em 2027 com alíquota efetiva na casa de 13% a 14% pra execução de obra e redutor social por unidade residencial. Serviço puro de engenharia fica sem redutor nenhum, e a estrutura societária decide de que lado da conta você cai.
Construtora, engenheiro com empresa e incorporador pagam imposto de formas diferentes e erram em pontos diferentes. O trabalho da DCS é específico pra cada um.
Pra quem executa obra própria ou de terceiros.
Pra quem vive de projeto, laudo e gestão de obra.
Pra quem compra terreno, constrói e vende.
A DCS nasceu de dois contadores formados na Universidade de Brasília e atende hoje mais de 100 empresas da cidade, sendo 17 delas construtoras e engenharias, num mercado de 44 mil CNPJs de construção no DF onde quase ninguém tem contabilidade especialista. Perícia contábil é serviço da casa: o mesmo olhar que o Judiciário contrata pra dizer se uma contabilidade está certa é o olhar que revisa a sua, todo mês.
E o atendimento é o oposto do que o mercado de contabilidade online normalizou: aqui quem responde é contador, no WhatsApp, chamando você pelo nome.
Atendimento direto no WhatsApp, com contador de verdade do outro lado. Nada de robô, nada de protocolo, nada de fila de chamado.
8 anos de mercado contábil, 5 deles em contabilidade de seguradoras, um dos setores mais regulados do país. Especialista em implementação de normas contábeis pra empresas de todo porte.
Mais de 10 anos de experiência, com passagem pelo setor financeiro do Itamaraty. Como perito, avalia se a contabilidade dos outros está correta. A sua passa pelo mesmo crivo.

“A DCS tem sido uma parceira essencial para nossa empresa. O balancete de verificação e as demonstrações financeiras são formados com precisão e entregues dentro do prazo.”

“A DCS tem sido fundamental para o sucesso financeiro da Elas no Poder desde 2019. Com seu apoio, conseguimos implementar processos financeiros eficientes, garantindo a transparência e sustentabilidade das nossas operações.”

“Desde que apresentei minhas necessidades para a DCS, senti-me segura, pois os resultados que obtive apontaram que, com uma boa parceria, tudo é possível e o trabalho se torna mais tranquilo e colaborativo.”

“Trabalhar com a DCS tem sido uma tranquilidade para nossa empresa. A apuração de impostos e o envio das guias para pagamento são sempre feitos de maneira precisa e sem erros.”

“Graças à DCS, agora temos um painel informacional robusto que nos permite acessar dados financeiros e operacionais em tempo real e tomar decisões de forma muito mais assertiva e embasada.”

“A DCS nos ajudou a estruturar nosso plano de negócios e a traçar um planejamento estratégico para o futuro. Estamos mais preparados do que nunca para aproveitar as novas oportunidades de crescimento.”
Tem, e com urgência real: a regularização passa por CNO, aferição no SERO e recolhimento do que for de fato devido, e essa conta muda muito conforme a documentação da obra. A análise já sai com o mapa do que falta e do que dá pra reduzir legalmente antes de pagar qualquer guia.
Os últimos 5 anos são recuperáveis: o retido compensa com o INSS da folha e o excedente vira pedido de restituição via PER/DCOMP. De quebra, revisamos se os tomadores estão retendo sobre base cheia, com material e equipamento que deveriam ficar de fora.
Vale a conta: o RET unifica 4% sobre a receita recebida contra até 6,73% de federais no Presumido, e exige afetação registrada em cartório antes. Pra incorporação de qualquer porte, 2,7 pontos de VGV costumam pagar o estudo muitas vezes.
Depende do anexo e da folha: execução de obra cai no Anexo IV, que não inclui o INSS patronal de 20% no DAS, e muita construtora só descobre isso na fiscalização. A análise compara Simples, Presumido com presunção de 8% e o custo real da sua folha.
Depende do porte da operação: número de obras, folha, regime e estrutura societária. A análise gratuita já sai com a proposta exata em cima do seu caso, sem tabela genérica e sem surpresa no segundo mês.